100 pratos para provar antes de morrer

Uma viagem culinária pelo mundo — comida de rua e alta cozinha, receitas antigas e clássicos modernos, cada um uma razão para reservar um voo.

100 paradas

Paradas da viagem

  1. 1

    Omakase num balcão com apenas oito lugares, um chef com uma década de formação e peixe do mercado dessa mesma manhã. Nada se aproxima.

    📍 Tóquio, Japão

  2. 2

    Tomates San Marzano, mozzarella de búfala, manjericão fresco, lume de lenha. A original, ainda a melhor. Coma de pé numa janela de rua.

    📍 Nápoles, Itália

  3. 3

    Laqueado, assado sobre madeira de árvores de fruto, trinchado à mesa. Pele estaladiça em finas panquecas com hoisin e cebolinho. Seis séculos de refinamento.

    📍 Pequim, China

  4. 4

    Porco marinado em guajillo e achiote, girado num espeto vertical, fatiado sobre uma pequena tortilha de milho com ananás e coentros.

    📍 Cidade do México, México

  5. 5

    Talharim de arroz salteado com ovo, tofu, rebentos de soja, amendoins e lima — cozinhado num wok tão quente que o talharim fumega antes de chegar ao prato.

    📍 Bangcoc, Tailândia

  6. 6

    Caldo de ossos de vaca cozinhado durante doze horas, talharim de arroz, vaca mal passada e uma selva de ervas frescas. Pequeno-almoço no Vietname, transcendência em todo o lado.

    📍 Hanói, Vietname

  7. 7

    Manteiga, camadas e uma crosta estaladiça que chove flocos quando se morde. Numa boulangerie parisiense às 8 da manhã, é a comida perfeita.

    📍 Paris, França

  8. 8

    Massa filo fina como papel, pistácios triturados, manteiga clarificada e xarope de açúcar. O Karaköy Güllüoğlu faz-a desde 1820.

    📍 Istambul, Turquia

  9. 9

    Pasta de malagueta Scotch bonnet e pimenta-da-jamaica, fumada lentamente sobre madeira de pimento. O fumo é inseparável do prato — só aqui sabe bem.

    📍 Boston Bay, Jamaica

  10. 10

    Peixe cru curado em suco de lima com ají amarillo e cebola roxa, servido com milho e batata-doce. O prato nacional do Peru e a sua maior dádiva ao mundo.

    📍 Lima, Peru

  11. 11

    Ramen tonkotsu — caldo leitoso de ossos de porco, talharim fino, porco chashu e um ovo meio cozido. O estilo Hakata de Fukuoka é o mais rico de todos.

    📍 Fukuoka, Japão

  12. 12

    Arroz bomba cozinhado numa frigideira larga sobre madeira de laranjeira, com coelho, frango e feijão-verde. O socarrat — arroz estaladiço no fundo — é o prêmio.

    📍 Valência, Espanha

  13. 13

    Frango chamuscado no tandoor num molho sedoso de tomate e manteiga com feno-grego. Inventado em Deli nos anos 1950, hoje adorado em todo o lado.

    📍 Deli, Índia

  14. 14

    Um guisado cozinhado lentamente de feijão-preto e todos os cortes de porco — servido ao sábado com arroz, farofa e rodelas de laranja. O Brasil numa panela.

    📍 Rio de Janeiro, Brasil

  15. 15

    Borrego cozinhado lentamente com limão em conserva e azeitonas num recipiente de barro cônico sobre brasas. Açafrão, gengibre e ras el hanout perfumam cada garfada.

    📍 Marraquexe, Marrocos

  16. 16

    Massa filo folhada enrolada ao redor de carne moída temperada, cozida até dourar e comida com ayran frio. A comida reconfortante dos Balcãs.

    📍 Sarajevo, Bósnia e Herzegovina

  17. 17

    Har gow, siu mai, cheung fun, tartes de ovo — o yum cha de domingo de manhã em Hong Kong é tanto um ritual como uma refeição.

    📍 Hong Kong, China

  18. 18

    Carne de vaca assada sobre brasas incandescentes em longos espetos — picanha, costela, linguiça — levada à mesa e trinchada numa procissão sem fim.

    📍 Porto Alegre, Brasil

  19. 19

    Uma panela de mexilhões cozidos a vapor em vinho branco, alho e natas, servida com batatas fritas belgas douradas e maionese. Uma quinta-feira à noite em Bruxelas.

    📍 Bruxelas, Bélgica

  20. 20

    Carne de vaca cozinhada lentamente em leite de coco e uma pasta de capim-limão, galanga e malagueta até o líquido desaparecer e a carne ficar escura e de sabor intenso.

    📍 Padang, Indonésia

  21. 21

    Um pão em forma de barco recheado com queijo derretido, coberto com um ovo cru e manteiga. Mexer, rasgar, mergulhar. Um dos grandes pratos reconfortantes do mundo.

    📍 Tbilisi, Geórgia

  22. 22

    Sopa de beterraba carmesim com porco, couve e batata, servida com uma colherada de natas azedas e pão de centeio escuro. Um clássico de inverno da Europa Central.

    📍 Kiev, Ucrânia

  23. 23

    Bacalhau panado frito até empolar, batatas fritas grossas, puré de ervilhas, vinagre de malte — comido do embrulho de jornal num muro à beira-mar.

    📍 Londres, Reino Unido

  24. 24

    Um molho de mais de trinta ingredientes — três tipos de malagueta seca, chocolate negro, cebola carbonizada e uma dúzia de especiarias — sobre peru. Um dia de trabalho para fazer.

    📍 Oaxaca, México

  25. 25

    Carne de juntas e pinças mal temperada com maionese e aipo, empilhada num pão tostado aberto em cima. Simples, frio do Atlântico, perfeito.

    📍 Portland, Estados Unidos

  26. 26

    Pão de centeio denso coberto com arenque em conserva, enguia fumada ou rosbife — cada sanduíche aberta é uma pequena obra de arte composta.

    📍 Copenhaga, Dinamarca

  27. 27

    Pão achatado esponjoso de massa-mãe usado como prato e talher, coberto com um guisado de frango cozinhado lentamente com especiarias berbere. Comido em comunidade, sempre.

    📍 Adis Abeba, Etiópia

  28. 28

    Batatas fritas cortadas à mão, queijo fresco em grumos e molho castanho. Uma invenção do Quebeque que transcendeu as suas origens e se tornou o prato mais amado do Canadá.

    📍 Montreal, Canadá

  29. 29

    Bolas de polvo panadas cozinhadas numa forma de ferro especial, viradas com um palito até ficarem perfeitamente redondas, cobertas com maionese e flocos de bonito que dançam com o calor.

    📍 Osaka, Japão

  30. 30

    Arroz, legumes temperados, um ovo estrelado e gochujang numa tigela de pedra a chiar — raspe o arroz estaladiço dos lados e misture tudo.

    📍 Seul, Coreia do Sul

  31. 31

    Sopa de camarão aromática e ardente com capim-limão, galanga, lima kaffir e malagueta. O sabor é ao mesmo tempo azedo, picante e herbáceo.

    📍 Bangcoc, Tailândia

  32. 32

    Arroz frito indonésio com kecap manis, chalotas e malagueta — coberto com um ovo estrelado, bolachas e satay. O café da manhã mais comido do mundo.

    📍 Seminyak, Indonésia

  33. 33

    Grão-de-bico acabado de moer com tahini, limão e azeite — ainda morno, servido com pita numa hummusiya sem pretensões. Nada de supermercado se compara.

    📍 Acre, Israel

  34. 34

    Vitela batida fina, panada e frita em frigideira com manteiga clarificada até a cobertura inchar e ondular. Servida com uma fatia de limão e mais nada.

    📍 Viena, Áustria

  35. 35

    Um guisado de vaca vermelho de paprika dos vaqueiros húngaros — farto, reconfortante e profundamente saboroso. Melhor numa panela de ferro fundido junto ao Danúbio no inverno.

    📍 Budapeste, Hungria

  36. 36

    Denso, batido lentamente, com uma fração do ar do sorvete americano — pistáchio e avelã, ou uma seleção rotativa na Gelateria dei Neri.

    📍 Florença, Itália

  37. 37

    Um pão branco escavado recheado com curry — de feijão, borrego ou frango. A comunidade indiana de Durban criou-o; nenhuma cidade o reivindicou desde então.

    📍 Durban, África do Sul

  38. 38

    O pho ao estilo de Saigão é mais doce e ousado do que o de Hanói — uma tigela maior, mais ervas, rebentos de soja e hoisin e sriracha ao lado.

    📍 Cidade de Ho Chi Minh, Vietname

  39. 39

    Ovos pochê num molho picante de tomate e pimento, comidos diretamente de uma frigideira de ferro fundido com challah para absorver cada gota.

    📍 Telavive, Israel

  40. 40

    Chambão de vitela cortado em rodelas, estufado em vinho branco, caldo e gremolata. A medula do osso oco é a recompensa privada do chef.

    📍 Milão, Itália

  41. 41

    Cascas ocas estaladiças recheadas com batata temperada e grão-de-bico, depois inundadas com água fria de tamarindo e hortelã. Comido de uma só dentada, de pé junto a um carrinho.

    📍 Bombaim, Índia

  42. 42

    Mais picante, escuro e complexo do que o pho — este caldo de capim-limão e pasta de camarão da antiga capital imperial do Vietname é criminosamente subestimado.

    📍 Hué, Vietname

  43. 43

    Um churrasco argentino é uma filosofia, não uma refeição — horas de lenha e brasas, sem pressa, o animal inteiro e vinho que corre continuamente.

    📍 Buenos Aires, Argentina

  44. 44

    Massa pilada de inhame ou mandioca, comida com uma sopa aromática de sementes de melão moídas, verduras de folha e peixe fumado ou carne de cabra.

    📍 Lagos, Nigéria

  45. 45

    Um curry do sul da Tailândia de origem persa — carne de vaca e batata num molho suave e aromático de cardamomo, canela e amendoins. Já foi eleito a melhor comida do mundo.

    📍 Bangcoc, Tailândia

  46. 46

    Porco grelhado num espeto, enrolado em pita quente com tzatziki, tomate e cebola. Comido de pé em Monastiraki a qualquer hora da noite.

    📍 Atenas, Grécia

  47. 47

    Massa frita estriada, estaladiça por fora, macia por dentro, mergulhada em chocolate quente tão espesso e escuro que mal escorre. Um ritual das 6 da manhã depois de uma noite de saída.

    📍 Madrid, Espanha

  48. 48

    Frango pochê ou assado, arroz de gengibre cozinhado em gordura de frango, pepino, três molhos para mergulhar. O prato nacional de Singapura na sua forma mais pura e satisfatória.

    📍 Singapura, Singapura

  49. 49

    Savoiardi embebidos em espresso, mascarpone, gema de ovo e uma tempestade de cacau. Inventado no Vêneto nos anos 1960; debatido, comido e amado desde então.

    📍 Veneza, Itália

  50. 50

    Um caldeirão a ferver de caldo de Sichuan entorpecente e ardente — vaca em fatias finas, tripas, raiz de lótus e tofu cozinhados à mesa com amigos.

    📍 Chengdu, China

  51. 51

    Sopa cremosa e espessa numa taça de pão de massa-mãe em Fisherman's Wharf, com o nevoeiro do Pacífico a entrar pela baía.

    📍 São Francisco, Estados Unidos

  52. 52

    Uma herança dos Burghers holandeses — arroz, curry, pickle e frikkadel embrulhados em folha de bananeira e cozidos no forno. Uma fusão colonial que se tornou inteiramente cingalesa.

    📍 Colombo, Sri Lanka

  53. 53

    O döner de Berlim é uma coisa à parte — borrego ou frango fatiado de um espeto em pão achatado com molho e salada. A maior contribuição imigrante da cidade.

    📍 Berlim, Alemanha

  54. 54

    Bolos de milho branco grelhados, abertos e recheados com queijo, ovo ou carne desfiada. O alimento básico colombiano comido de manhã, ao meio-dia e à noite.

    📍 Bogotá, Colômbia

  55. 55

    Salsicha de porco fatiada banhada em ketchup de curry, servida com batatas fritas. Inventada na Berlim do pós-guerra; a identidade de comida de rua de uma cidade num tabuleiro de papel.

    📍 Berlim, Alemanha

  56. 56

    Coxas de pato cozinhadas lentamente na sua própria gordura até a carne se soltar do osso, com a pele estaladiça na frigideira. O eterno almoço de domingo da Dordonha.

    📍 Périgueux, França

  57. 57

    Bacalhau desfiado mexido com batata palha, ovo, azeitonas pretas e salsa. Uma das 365 receitas de bacalhau — e uma das melhores.

    📍 Lisboa, Portugal

  58. 58

    Bolinhos recheados com batata e queijo, chucrute e cogumelos, ou queijo doce — cozidos e depois fritos em manteiga com cebola caramelizada.

    📍 Cracóvia, Polônia

  59. 59

    Pão empolado no tandoor, rasgado e mergulhado em lentilhas pretas cozinhadas lentamente durante a noite com manteiga e natas. Os dhabas à beira da estrada fazem isto melhor do que qualquer restaurante.

    📍 Amritsar, Índia

  60. 60

    Talharim de arroz num caldo azedo e picante de cavala com ananás, pepino e pasta de camarão. O asam laksa de Penang é mais afiado e complexo do que qualquer outro.

    📍 Penang, Malásia

  61. 61

    Um entrecôte grosso com crosta de pimenta-preta moída, selado em manteiga e terminado com conhaque e natas. Uma brasserie parisiense à meia-noite.

    📍 Paris, França

  62. 62

    Bolinhos cozidos a vapor recheados com borrego temperado e cebola, cobertos com iogurte, molho de tomate e um pó de hortelã seca. A melhor tradição de bolinhos da Ásia Central.

    📍 Cabul, Afeganistão

  63. 63

    Arroz cozinhado em tomate, cebola e malagueta Scotch bonnet até absorver tudo — fumado, laranja-avermelhado, debatido sem fim entre Gana e Nigéria.

    📍 Acra, Gana

  64. 64

    Uma baguete francesa feita vietnamita — patê, daikon e cenoura em conserva, jalapeño, coentros e a proteína à sua escolha. A melhor sanduíche do mundo.

    📍 Cidade de Ho Chi Minh, Vietname

  65. 65

    Um salteado no wok de vaca, tomate e ají amarillo servido sobre arroz e batatas fritas. A cozinha chifa sino-peruana no seu mais satisfatório.

    📍 Lima, Peru

  66. 66

    O açúcar em grão caramelizar-se na máquina de ferro fundido e estala ao morder. Um waffle de Liège de um carrinho de rua num dia frio é transcendente.

    📍 Liège, Bélgica

  67. 67

    Borrego e vaca picados misturados com cebola, cominhos e salsa, grelhados num espeto plano sobre carvão e envolvidos em pão achatado com cebola ao sumagre.

    📍 Istambul, Turquia

  68. 68

    Uma casca de merengue estaladiça com centro de marshmallow, coberta com natas batidas e kiwi. Uma guerra de sobremesas entre a Nova Zelândia e a Austrália — ambas têm razão.

    📍 Auckland, Nova Zelândia

  69. 69

    Um burrito frito, recheado com carne de vaca temperada e queijo — inventado no Arizona, aperfeiçoado no balcão de almoço de uma cidade fronteiriça de Sonora.

    📍 Tucson, Estados Unidos

  70. 70

    A versão de Hamburgo é grelhada, não frita, e o molho é mais afiado do que o de Berlim. O almoço de um trabalhador do ferry, uma instituição de Hamburgo.

    📍 Hamburgo, Alemanha

  71. 71

    Tofu sedoso e carne de porco picada num molho de feijão-preto fermentado, óleo de malagueta e pimenta de Sichuan que lhe adormece os lábios e lhe põe a boca em chamas.

    📍 Chengdu, China

  72. 72

    Casquinhas folhadas recheadas com creme quente, polvilhadas com canela — feitas segundo a receita original nos Pastéis de Belém desde 1837.

    📍 Lisboa, Portugal

  73. 73

    Guisado do caçador — chucrute, couve fresca, cogumelos silvestres, kielbasa e porco cozinhados durante dias. Sabe melhor requentado. Peça-o sempre requentado.

    📍 Varsóvia, Polônia

  74. 74

    Esparguete, pecorino romano, parmigiano, pimenta-preta, água da massa. Apenas quatro ingredientes e leva uma década a dominar.

    📍 Roma, Itália

  75. 75

    Salmão do Atlântico fumado a frio sobre pão estaladiço de centeio, pepino em conserva e crème fraîche. A Noruega faz isto melhor do que ninguém.

    📍 Bergen, Noruega

  76. 76

    Trigo, cevada e lentilhas cozinhados com borrego até se dissolverem numa papa rica — terminada com cebola frita, gengibre e lima. A tigela da meia-noite do Ramadão.

    📍 Carachi, Paquistão

  77. 77

    Uma espiga de milho num pau, barrada com maionese, passada por queijo cotija, polvilhada com malagueta em pó e terminada com lima. O petisco de rua perfeito.

    📍 Cidade do México, México

  78. 78

    Um pretzel salgado do tamanho da sua cabeça ao lado de um litro de lager Märzen na Oktoberfest. A multidão, o barulho, o ambiente — a comida é inseparável disso.

    📍 Munique, Alemanha

  79. 79

    Grossas tortilhas de milho feitas à mão recheadas com queijo e chicharrón, cozinhadas na chapa e servidas com curtido de couve fermentada.

    📍 São Salvador, El Salvador

  80. 80

    Favas cozinhadas lentamente com azeite, cominhos, limão e um ovo meio cozido. O café da manhã do Cairo nos últimos cinco mil anos.

    📍 Cairo, Egito

  81. 81

    Bacon canadiano, ovos pochê e molho holandês sobre um muffin inglês. Inventado em Manhattan na década de 1890 — o brunch de domingo em Nova York não mudou desde então.

    📍 Nova York, Estados Unidos

  82. 82

    Batata ralada frita em manteiga até ficar profundamente dourada e estaladiça, servida como refeição com ovo estrelado e bacon ou como acompanhamento de quase tudo.

    📍 Zurique, Suíça

  83. 83

    Porquinho-da-índia assado — uma iguaria andina há 5.000 anos. Pele estaladiça, carne de caça. Desafiante para o não iniciado, essencial para compreender os Andes.

    📍 Cusco, Peru

  84. 84

    Miudezas de ovelha, aveia, sebo e especiarias cozinhados num invólucro de estômago — o prato nacional da Escócia, melhor com neeps e tatties na Noite de Burns.

    📍 Edimburgo, Reino Unido

  85. 85

    De pé numa banca de mercado na costa da Bretanha, a espremer limão sobre uma ostra fria e salgada, a olhar para a baía de onde foi retirada há uma hora.

    📍 Cancale, França

  86. 86

    Bolinhos de sopa georgianos — torcidos no topo, recheados com carne temperada e caldo. Segure pelo nó, morda um buraco, beba primeiro o caldo.

    📍 Tbilisi, Geórgia

  87. 87

    Talharim de ovo num rico caldo de curry de coco, coberto com talharim estaladiço, folhas de mostarda em conserva e chalotas. O maior prato do norte da Tailândia.

    📍 Chiang Mai, Tailândia

  88. 88

    Bolsos de massa cozidos no forno recheados com pino — carne moída temperada, ovo cozido, azeitona e passas. O prato da independência chilena de 18 de setembro.

    📍 Santiago, Chile

  89. 89

    Uma crepe crepitante de farinha de arroz e curcuma recheada com camarão, porco e rebentos de soja — rasgada em pedaços, embrulhada em folha de mostarda e mergulhada em molho de peixe.

    📍 Hội An, Vietname

  90. 90

    Arroz basmati de grão longo em camadas com carne temperada cozinhada lentamente e selado com massa — a técnica dum cozinha tudo a vapor num único prato perfeito.

    📍 Hiderabade, Índia

  91. 91

    Feijão-branco cozido lentamente no forno com confit de pato, salsicha de Toulouse e courato de porco até se formar uma crosta espessa. Um cozinhado de inverno do Languedoc que exige uma tarde inteira.

    📍 Carcassona, França

  92. 92

    Chouriço de sangue cozinhado até o invólucro estalar, servido como parte de um café da manhã irlandês completo. Não pergunte o que leva. Coma.

    📍 Dublin, Irlanda

  93. 93

    Massa filo folhada em camadas com espinafres, feta, ovo e endro — comida quente de um tabuleiro de padaria no café da manhã ou como lanche a meio da tarde.

    📍 Atenas, Grécia

  94. 94

    Não um prato mas muitos — húmus, baba ganoush, kibbeh, fattoush, labneh, azeitonas — uma mesa libanesa que não para de chegar e nunca fica totalmente vazia.

    📍 Beirute, Líbano

  95. 95

    Grosso lombo de porco panado em panko, frito até ficar castanho-mogno, fatiado e servido com couve ralada e um doce molho tonkatsu.

    📍 Tóquio, Japão

  96. 96

    Arroz carnaroli tostado em manteiga, dourado com açafrão até um âmbar profundo, terminado com uma onda de manteiga fria e parmigiano curado. Técnica simples, resultado extraordinário.

    📍 Milão, Itália

  97. 97

    Pão achatado fino como papel, girado e virado até ficar em camadas e empolado, servido com curry de dal ou um doce molho de leite condensado no café da manhã.

    📍 Kuala Lumpur, Malásia

  98. 98

    Um chouriço aberto grelhado no carvão, colocado em pão estaladiço e barrado com chimichurri. A resposta argentina ao cachorro-quente, e muito superior.

    📍 Buenos Aires, Argentina

  99. 99

    Minúsculos bolinhos turcos — mais pequenos do que uma unha — recheados com borrego picado, cozidos e servidos com iogurte com alho e manteiga de malagueta. Requer paciência.

    📍 Ancara, Turquia

  100. 100

    Creme de baunilha sob uma crosta de açúcar caramelizado que se parte com uma colher. O som que faz é razão suficiente para a pedir.

    📍 Paris, França

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